5 de jun. de 2011

Como realizar pesquisas na Internet

Estudantes de todas as idades e em qualquer nível de ensino estão constantemente envolvidos em atividades de pesquisa e aprendizado. Para a realização de trabalhos escolares, muitas vezes, esses estudantes utilizam-se de sites de busca e outras fontes virtuais, mas que nem sempre apresentam a qualidade necessária para a realização desses estudos.



Para tanto, é necessário que se conheçam algumas técnicas em específico e que se tenha um cuidado redobrado para não acabar compromentendo a qualidade da pesquisa. 


Abaixo, matéria retirada do site da Gazeta do Povo, na guia Educação, com dicas para quem está iniciando-se no mundo das pesquisas escolares e até mesmo acadêmicas. 

Aproveitem.

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Para uma pesquisa virtual segura


Imagine uma loja em liquidação em que há muitos produtos a preços baixos e de fácil acesso, mas onde nem tudo é bom e para achar algo de qualidade é preciso vasculhar. É praticamente dessa forma que funciona a oferta de informações na internet. Há milhares de sites, mas nem sempre há garantia de conteúdo seguro. Para os estudantes, que cada vez mais substituem os livros didáticos e enciclopédias pela informação on-line, o que parece uma imensa vantagem pode se transformar em uma cilada e colocar em descrédito o trabalho escolar. A reportagem da Gazeta do Povo conversou com educadores e especialistas para saber quais as dicas para uma pesquisa segura em que é preciso ficar atento para que a aprendizagem não seja comprometida

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Pode confiar
Confira algumas sugestões de sites dadas por professores do ensino fundamental e médio:
Fontes: Fábio Busse, professor de inglês do Colégio Dom Bosco, Jackson Milano, professor de física do Colégio Positivo e Ana Julieta Vieira, professora de história do Colégio Imaculada Conceição.
Como funciona a busca?
A estudante do segundo ano do ensino médio Ana Paula Rusycki, 15 anos, sempre conta com a ajuda de sites de busca para fazer pesquisa escolar. Não usa nenhum critério de seleção e vai direto aos primeiros resultados encontrados, porque diz acreditar que são os mais visitados e por isso têm mais credibilidade.
Se ela soubesse, porém, como funciona a busca talvez não confiasse tanto nas primeiras informações que aparecem. Isso porque os sites de busca usam vários critérios que definem uma sequência de instruções, os chamados algoritmos, que fazem com que uns sites fiquem em primeiro e outros em último lugar no resultado. O analista de conteúdo da Agência Susse Guilherme Nagueva explica que no Google, por exemplo, os algoritmos são a quantidade de links em outros sites que apontam para aquela página, as palavras que foram digitadas na busca e que batem com as que estão no título do site, indicações de rede social, ou seja, quantidade de vezes que o site é citado nelas, e a qualidade de conteúdo, se o texto está completo e bem escrito.” O Google tenta levantar os melhores resultados, mas claro que não necessariamente os primeiros são os mais confiáveis e que terão a informação de que o estudante precisa”, diz.
O resultado da busca também depende do computador de onde ela é feita. Cada vez que um usuário o utiliza fica registrado um histórico de sites preferidos. Se, por exemplo, uma pessoa visita bastante sites de compra, quando fizer sua busca, se a palavra digitada estiver presente em alguns sites, eles serão listados. “É por isso que o resultado de uma pesquisa nem sempre será igual para todos”, explica o perito em busca da I-Cherry Alexandre Kavinsky.
De olho no oficial
O primeiro passo para começar uma pesquisa escolar on-line é priorizar sites oficiais. Podem ser de instituições governamentais, educacionais – como universidades e centro de pesquisas – ou empresas renomadas e conhecidas no mercado. Vale também consultar sites de veículos de comunicação, como de jornais, revistas e televisão. Mas cuidado: nesse caso é preciso que o veículo tenha credibilidade e que o nome das fontes consultadas apareçam. “O nome completo da pessoa é garantia de que alguém que entende do assunto passou aquela informação. Melhor ainda se for renomada e conhecida”, explica o pesquisador de educação, arte e cultura no ciberespaço da Universidade de Brasília (UnB) Lúcio França Telles. Se o estudante não conhecer a fonte para identificar seu prestígio, uma sugestão é procurar seu currículo na Plataforma Lattes (lattes.cnpq.br), portal que reúne informações acadêmicas e de pesquisa.
No caso de blogs, o cuidado deve ser redobrado. Como esses sites são essencialmente opinativos, o conteúdo pode ser parcial. A recomendação do pesquisador é que os estudantes usem blogs com moderação para seus trabalhos e, antes de tudo, leiam o perfil do autor, sua formação e seu local de trabalho para ter noção de quem ele é e qual sua linha de pensamento.
Sites de busca
Segundo dados da Companhia de Informação da Web Alexa, que mede tráfego de dados na internet, entre os sites mais acessados do mundo virtual estão o Google e o Yahoo, dois grandes buscadores, que são consultados no mundo inteiro. Para usá-los com eficiência o diretor de Tecnologia Educacional da Editora Aymará, Eduardo Cardoso Júnior, dá duas dicas fundamentais.
A primeira é sempre colocar as palavras-chave entre aspas, pois assim a busca englobará todos os termos juntos, e não separados, o que reduz significativamente a quantidade de sites listados. A segunda é delimitar a data e pesquisar assuntos publicados nos último três meses para garantir que a informação seja recente. No Google, por exemplo, isso pode ser feito usando o modo Busca avançada, que fica ao lado do campo onde se digita a palavra.
Confirmação
Não acredite nas informações da primeira busca. O ideal é checar com pelo menos outras duas fontes. Alguns sites servem apenas como ponto de partida, pois não trazem o conteúdo de forma aprofundada. Um exemplo é o Wikipédia, que traz verbetes postados por uma rede de colaboradores voluntários do mundo inteiro.
Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer, que é especializado em aprendizagem digital, conta que embora muitas pessoas possam postar no Wikipédia existe um grupo que coordena e edita as informações, que hoje chegam a 3,5 milhões de artigos em 205 idiomas. “Uma das regras é que o conteúdo precisa conter referências e fontes relevantes. O critério garante credibilidade, mas vale lembrar que não é um conteúdo fechado. O estudante pode até dar uma olhada, mas deve buscar outras fontes para seu trabalho”.
Apresentação dos dados
Ficar atento ao layout do site e como os dados são apresentados ajuda a garantir uma pesquisa segura. “Uma grande quantidade de anúncios pode ser um sinal de alerta, de que o principal interesse é vender e não informar. Mas claro que não é uma regra geral. O UOL, por exemplo, tem bastante anúncio, mas é um site confiável e noticioso”, diz Cardoso. Erros de português também colocam as informações em descrédito. Por isso, quando eles forem abundantes, o indicado é sair do site.

Fonte: Gazeta do Povo.

19 de mai. de 2011

As 10 Profissões com maior escassez de qualificação



Pesquisa aponta que demanda do mercado é maior do que o número de profissionais qualificados como técnicos e engenheiros


São Paulo - Técnicos e engenheiros são as profissões com maior escassez de profissionais capacitados em comparação com a necessidade do mercado no Brasil, segundo pesquisa da ManPowerGroup divulgada nesta quinta-feira (19).


O estudo aponta que um em cada três empregadores do mundo se deparam com diversos problemas na busca por talentos que ocupem os postos em aberto. No Brasil, a falta de profissionais qualificados foi citada mais da metade (57%) dos 876 entrevistados. 

Os cargos com maior escassez de talentos de acordo com a pesquisa, são: técnicos em produção, operações, engenharia e manutenção, seguidos por engenheiros e motoristas. Em 2010, as profissões de perfil técnico também eram as de maior incompatibilidade entre a qualificação disponível e o perfil demandado. 

A escassez de técnicos não está restrita ao mercado de trabalho brasileiro. A pesquisa da Manpower Group em 39 países e 40 mil empregadores mostra que as profissões de perfil técnico são as com maior falta de profissionais qualificados no mundo, em uma tendência acompanhada há quatro anos.

As profissões com menor número de talentos no mundo são: técnicos, representantes comerciais, produtores artesanais, engenheiros, contadores e profissionais de finanças, gerentes e executivos, assistentes administrativos, técnicos de TI, técnicos de operações e motoristas. 

  Profissões com escassez de talentos:

 
 1º Técnicos 
 2º Engenheiros 
 3º Motoristas 
 4º Operários 
 5º Operadores de Produção 
 6º Representantes de vendas 
 7º Secretárias e Assistentes Administrativos 
 8º Trabalhadores de Ofício Manual 
 9º Mecânicos
10º Contadores e Profissionais de Finanças

14 de mai. de 2011

III Coquetel com RH

O evento é realizado desde 2009 pelos Acadêmicos de Secretariado Executivo da Unioeste, Campus de Toledo, com o apoio do curso de Gestão de RH da Fasul e esse ano com o apoio da PUCPR.
É um importante evento do calendário do curso e que propicia aos alunos a prática da organização de eventos, matéria estudada no 2º ano do curso.
Entre em contato e garanta já seu ingresso!!!

4 de mai. de 2011

Concurso para Professor Substituto - Secretariado Executivo

Atenção profissionais graduados em Secretariado Executivo e com Mestrado em Secretariado Executivo ou áreas afins:


"O Reitor da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), no uso de suas atribuições legais, em conformidade com a Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990, com o Decreto n. 94.664, de 23 de julho de 1987, com a Lei 8.745, de 09 de dezembro de 1993, MP n. 525 de 14 de fevereiro de 2011, torna público, para conhecimento dos interessados, a abertura de inscrições para o processo seletivo simplificado de provas e títulos, destinado a selecionar candidatos para o preechimento de vagas de Professor Substituto da UNIFAP, observadas as disposições legais aplicáveis à espécie e as normas contidas neste Edital e seus anexos".  

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As inscrições serão realizadas de 16 à 19 de maio de 2011.

Mais informações e edital completo no site da UNIFAP, ou clicando aqui.


27 de abr. de 2011

Como se comportar no trabalho

Descubra o certo e o errado no ambiente corporativo

Leopoldo Rosalino

Ter dúvidas sobre como se portar no ambiente profissional em determinadas situações é normal. Mas nem pensar em vacilar por causa delas! Três especialistas em carreira que irão ajudá-la a não cometer gafes no trabalho e, de quebra, impressionar a chefia com um comportamento na medida.

Se um colega comete um engano daqueles, devo falar algo ou espero que alguém perceba?
Túlio Arakelian, diretor executivo do Grupo AGP: Antes de qualquer pessoa, fale sobre o erro com o responsável pelo problema. Lembre-se: seja amigável para não ofendê-lo. Caso ele ignore o alerta, não é errado apontar o problema à chefia.

Posso recusar uma atividade extra proposta pela chefia?
Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional: Só faça isso depois que ganhar confiança na empresa. É nova na companhia? Então, aproveite as chances para mostrar serviço. Às vezes, fazer coisas fora de sua função, o que é bom para ganhar reconhecimento.

Terminei minhas funções, posso fazer trabalhos da faculdade?
Anderson Cavalcante, empresário: Mesmo que a companhia dê liberdade para estudar após encerrar suas funções, evite fazer isso. O ideal é terminar suas atividades e se oferecer para ajudar um colega.

A equipe está descendo a lenha no gestor. Devo contar para ele?
Eduardo: É importante respeitar a opinião de quem não gosta do chefe. Faça seu trabalho e não se envolva, pois isso pode ser o princípio de uma fofoca.

E quando a paixão aparece no trabalho, como fica?
Anderson: Pode namorar, mas beijos e piscadinhas só fora da companhia, ok?

Fiz compras pela internet. Posso mandar entregar na empresa?
Túlio: A maior parte das firmas não permite isso, mas para não ter problemas, consulte seu chefe ou o RH.

Vou sair para comer e pensei em chamar o chefe. Será que devo?
Eduardo: Existem empresas onde a hierarquia é muito forte e, nesses casos, isso é inviável. Agora, há empresas em que isso é normal e todo mundo almoça junto.

Quero dar aquela turbinada no salário. Devo falar com o chefe?
Anderson: Deve sim! Principalmente se tiver certeza de que oferece bons resultados à empresa.

Excepcionalmente não tenho com quem deixar meu filho. Posso levá-lo para trabalhar comigo?
Túlio: Tudo depende da permissão da firma. Caso não conheça a política da companhia, convém até mesmo faltar para evitar um constrangimento.

Recebi uma oferta de trabalho. Conto ao meu atual chefe?
Anderson: Leve a proposta ao seu superior e peça ajuda para estudar qual o melhor caminho para sua vida profissional.

30 de mar. de 2011

Como lidar com diferentes tipos de chefes

Aprenda a lidar com seu chefe

Pelo menos uma vez na vida você vai ter que lidar com um chefe difícil. Saiba o que fazer para ter uma relação tranquila no ambiente de trabalho

Por Juliana Diniz

Você conseguiu o emprego dos seus sonhos. Sente-se feliz, realizada, otimista em relação ao futuro. Tudo estaria perfeito se... seu chefe não fosse tão difícil de lidar, certo? Cada chefe é de um jeito e o que você precisar fazer é aprender a conviver eles. Em vez de fazer piadinhas sobre ele no almoço, veja como transformar um gestor controlador em um gestor desafiador. Confira as dicas dos especialistas:
 
O chefe desorganizado: aparentemente, esse chefe é uma furada. Mas, no fundo, traz uma grande oportunidade para a sua carreira - mesmo que tenha que fazer hora extra para dar conta de todo o trabalho que ele delegou a você para ir jogar tênis. "Quando o líder é relaxado, abre espaço para que a subordinada ganhe importância para ele e para a equipe", explica a coach Villela Da Matta. Enquanto tapa os buracos que o superior deixa, você constrói uma relação de dependência e confiança. Ele sabe que precisa de você para cumprir seus compromissos, os prazos e atingir as metas. Esse chefe tem o perfil avesso do controlador e acaba ajudando-a a trabalhar melhor e a se tornar mais precavida. "Como ele é desorganizado, preguiçoso e esquecido, você acaba executando tarefas que não foram solicitadas, mas que sabe que podem ser pedidas de última hora", aponta a headhunter Carolina Asevedo, de São Paulo. Ou seja, você aprende a estar pronta para tudo.
 
O chefe ladrão de ideias: ele age na surdina, roubando seus projetos para vender como se fossem dele. Acha que você não deve fazer nada sem lhe perguntar antes e, quando resolve algum problema sozinha, a acusa de atropelar a hierarquia. Também é o tipo de gestor que a vê sendo cobrada por um erro que ele cometeu e fica calado. Se ele não domina tão bem suas funções a ponto de recorrer às suas ideias, acaba deixando brechas para que você assuma trabalhos mais complexos. Em curto prazo, ninguém sabe que é você quem cria as soluções. Mas um dia esse chefe tira férias, fica gripado... E aí você sai da sombra. "Enquanto isso não acontece, vale lembrar que ninguém sobe na hierarquia de uma corporação sem motivos. O seu superior pode ser incompetente tecnicamente, mas muito hábil em fazer política. Sempre há alguma coisa em que você pode se inspirar e aprender com ele", diz Da Matta.
 
O chefe bomba: grosso, bate na mesa, grita... Vive um dia de fúria 365 dias por ano. Em vez de motivar, amedronta a equipe com ameaças ("Mais uma dessa e você está demitida!"). A grande vantagem: esse tirano é capaz de ensiná-la a respirar fundo muito mais do que as aulas de ioga - mas talvez você vá precisar delas. Um chefe explosivo necessita de um contraponto para lhe dar equilíbrio. Se você for a pessoa que espera que ele termine de berrar e apresenta um plano de ação para resolver seu desespero, tem grandes chances de se destacar. "E de desenvolver inteligência emocional para lidar com qualquer tipo de situação", afirma a headhunter Carolina. Ela mesma já teve uma gestora bomba. "Gastei uma pequena fortuna com terapia, mas minha chefe mais difícil foi a pessoa mais importante para minha carreira", garante. Sob os olhos de um superior assim, você desenvolve objetividade e certa frieza que servirão de escudo para suportar reuniões com grandes nomes da corporação quando for chefe. "Ao aprender a não se envolver emocionalmente, vai ser capaz de trazer resultado para o negócio mesmo sob pressão", diz a professora e coach Rosângela Gonzaga.
 
O chefe insatisfeito: é tão perfeccionista que você fica imaginando se, em casa, suas meias ficam dobradas e separadas por cor. No trabalho, se prende a qualquer detalhe. Examina os projetos diversas vezes e sempre - inclusive nos 45 minutos do segundo tempo - pega alguma falha minúscula que você deixou passar. "Se exagera nas críticas com todos, a insatisfação não é com a equipe, é consigo mesmo. Esse tipo de chefe absorve toda a pressão de seus superiores e repassa sem filtro aos subordinados", diz Carlos Alecrim, especialista em coaching para mulheres de negócios. Existe um lado bom em ter um superior que anda com uma lupa. "Essa exigência vai levantar sua régua, ampliar seus parâmetros", afirma Carolina. O seu treino é desenvolver técnicas de automotivação para não se sentir desanimada. "Converse com colegas ou chefias de outras áreas e peça um feedback positivo sobre sua performance", sugere o especialista. Vendo que os problemas são pontuais, você vai manter sua segurança inabalada.

O chefe inseguro: você nunca sabe se vai terminar a semana com o trabalho em dia porque a qualquer momento seu chefe pode querer refazer tudo de outro jeito. Sem contar que ele morre de medo de arriscar com ideias novas e veta qualquer projeto que sair do senso comum. O gestor que se sente eternamente pisando em ovos despende uma energia absurda dos subordinados."E pode impedir a equipe de avançar", completa Rosângela. Por outro lado, o inseguro obriga você a embasar bem suas ideias para convencê-lo. Se você souber enxergar várias saídas para os problemas, quando seu chefe ficar inseguro novamente, vai recorrer à sua opinião e aos números que levantou.

Como "escolher" seu chefe

Para não cair nas garras de um chefe carrasco, só mesmo incorporando uma nova máxima do mercado: escolher seu superior. "As pessoas ainda têm a crença de que devem ser selecionadas pelo gestor, quando, na verdade, essa escolha deve ser recíproca", afirma Alecrim. É importante saber identificar competências e comportamentos em quem está do outro lado da mesa na entrevista de emprego. Veja se é alguém que você admira e converse com quem já trabalhou sob a supervisão dele. Pense que tipo de informações gostaria de saber sobre seu futuro gestor. Algumas perguntas podem dar pistas de seu temperamento:

1. quais as expectativas que você tem em relação ao cargo?
2. a que você dá mais importância no ambiente de trabalho?
3. prefere focar em metas ou em uma política de horário rigorosa?
4. qual é a sua visão sobre plano de carreira? Se ele se sair bem, dê a ele esse cargo.

Fonte: M de Mulher

10 de mar. de 2011

Reunião do CASEC

Reunião do CASEC dia 14/03/11 as 19hs
Informamos aos acadêmicos e representantes de turma, que a proxima reunião do CASEC será dia 14 de março de 2011 as 19hs no Campus de Toledo, com sala a definir.
Essa é a segunda reunião do ano e a pauta serão assuntos pertinentes ao inicio das atividades do CA entre outros.
Venha participar da reunião e contribuir para o crescimento do CASEC e do curso de SEC da Unioeste, Campus der Toledo.

Fabiola Luz
Diretora de Comunicação do CASEC